Muitas organizações se colocam no universo da big data de forma confusa e sem exatamente sobre o que estão falando. Big data significa muito mais do que apenas um monte de dados. Já tratei um pouco sobre o que ela significa aqui, sob o espectro do UX, mas vamos mais a fundo para entender como seus dados contam histórias.

 

Os 3 V’s do big data

 

big data

 

O jeito mais fácil de entender direitinho sobre o que estamos falando é a partir das três qualidade essenciais do big data: volume, velocidade e variedade.

 

Velocidade

 

A velocidade se refere a taxa de fluxo de dados, ou seja, a rapidez com que novos dados são gerados. A era digital tornou a acumulação de dados extremamente alta e possível. Um exemplo disso são as vendas da Amazon na Black Friday, com mais de 4.000 transações por minuto.

 

Essa alta velocidade pode ser o boom de diversas companhias, dando a oportunidade de reagir em tempo real, aproveitando oportunidades que antes nunca poderiam ser notadas tão rapidamente. Por outro lado, um perigo real existe de que as organizações sejam inundadas por um fluxo de dados que não conseguem processar ou fazer sentido.

 

Empresas de sucesso são aquelas que utilizam o big data analytics para processar, interpretar e reagir dinamicamente aos dados, independentemente da velocidade em que surgem.

 

Volume

 

Como já falamos, os dados se proliferam em um ritmo cada vez maior. Avanços em hardwares tornam mais barato e simples armazenar essas quantidades massivas de informação, indefinidamente.

 

No passado, ficar sem espaço de armazenamento era uma preocupação constante. Hoje, com dispositivos de capacidades massivas, big data cloud e outros serviços amplamente acessíveis e de baixo custo, estamos encontrando novas preocupações.

 

Quando você é capaz de guardar todos os seus dados, como determinar o que é valioso e o que não serve para nada? O volume continua a subir ao mesmo tempo que em avanços no analytics ajudam a selecionar dentro de dados massivos para tornar esse volume importante.

 

Variedade

 

Alimentar o constante aumento de volume e velocidade de dados precisa caminhar lado a lado com a expansão da variedade de fontes de dados. O crescimento das mídias sociais em particular já gerou bilhões de novos pedaços de dados na última década, em uma diversidade cada vez maior de formatos: vídeo, imagem, áudio, texto.

 

O aumento de variedade não mostra nenhum sinal de parada, com novos formatos de dados aparecendo à todo momento. A aposta da tecnologia está na Internet das Coisas para o surgimento de outras conexões entre a nuvem e a geração de dados. Essa será mais uma forma de apresentar e dar sentido para informações.

 

Que história contam os seus dados?

 

O canal Nerdologia conta a dele para você entender ainda melhor essa tal de big data.

 

Deu pra entender que, na prática, o big data é muito mais do que apenas coletar milhares de dados por segundo, não é? A verdadeira preocupação está em entender como utilizar esses dados, como dar sentido às informações que vem de forma rápida, em grandes quantidades e de diversas formas.

 

Que história contam os seus dados? Quais são os insights que surgem de cada métrica? Que visões estão sendo transformadas a partir do conhecimento adquirido com eles? Não existe uma resposta certa para essas perguntas e nem um passo a passo de como criar a sua história.

 

Entretanto, é possível facilitar a visualização desses dados a partir de técnicas e ferramentas para compreender melhor cada informação. É isso que você vai aprender no bootcamp de Visualização de Dados em Python da Mastertech. Clica aqui pra saber mais!

 

Big data e os dados que contam histórias
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