Se você esteve vivo e consciente durante os últimos anos, provavelmente tem notado o quanto alguns modelos de negócio tem caído por água abaixo e outros tem ganhado uma força surpreendente. O surgimento do Uber é um exemplo claro disso: muita facilidade e economia para os usuários, muita desavença com os taxistas.

 

organizações exponenciais

A simplicidade disso chega a ser assustadora.

 

Essas organizações que nascem para resolver problemas antigos de novas formas e que agitam todo um mercado são o futuro de como negócios serão feitos, de como produtos e serviços chegarão ao público.

 

Organizações exponenciais (ExO), quem?

 

Salim Ismail foi o responsável por cunhar o termo “Organizações Exponenciais” e explicar em um livro como é a realidade dessas empresas 10 vezes melhores do que as estabelecidas no mercado, mais rápidas e de menor custo.

 

Partir do conceito linear para o exponencial é ter em mente que nossas realidades mudam o tempo todo, de forma rápida e contínua, para tomar ações que permitam que essas mudanças sejam acompanhadas por transformações dentro das empresas, na mesma velocidade.

 

Ser uma organização exponencial é ser adaptável, ágil e fluída. Para Salim, isso é possível a partir da digitalização, disrupção, desmonetização e democratização. Estamos nos direcionando para o digital, criando modelos que quebram com a configuração atual, diminuindo custos e facilitando o acesso de todos à essas tecnologias. Ou, pelo menos, essa é a ideia.

 

Como romper com o fluxo?

 

organizações exponenciais

 

Como vencer em um mundo de constante mudança? Como transformar o mindset de líderes e a cultura de empresas que estão estagnadas há anos? Claro que não existe uma fórmula mágica, mas existem algumas características que permitem dar pulsão à esse movimento de disrupção.

 

Simplificando um pouco, as principais delas apontadas por Salim são:

 

  • Dar autonomia para as equipes a partir da formação de grupos multidisciplinares e autogeridos;
  • Fugir da lógica de hierarquia para permitir um maior fluxo de ideias e velocidade nas trocas entre diferentes setores;
  • Aumentar a rapidez de resposta e permitir uma adaptação constante a partir de métodos ágeis de gestão;
  • Investir em novas tecnologias para romper com o tradicional e testar cenários diferentes e escaláveis;
  • Agregar mais valor à produtos existentes, explorando novos mercados sempre que possível.

 

E o principal deles: fazer com que as pessoas comprem a sua ideia a partir de seu Massive Transformative Impact (MTP), ou propósito transformador massivo. Esse conceito de Salim diz respeito ao potencial de uma empresa de conquistar mentes e corações com sua mensagem e seu objetivo.

 

Tudo deve acontecer a partir da pergunta: por que minha organização existe? No final das contas, ter um propósito claro é o que inspira pessoas e gera transformação. E isso que move nós, da Mastertech.

 

Organizações exponenciais: você precisa se tornar uma delas!
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