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3 pequenos negócios que começaram como mínimo produto viável e se tornaram gigantes

Nem todo negócio de sucesso começa com a vontade de construir a próxima grande sensação. Se você tem uma ideia e quer testá-la, começar pequeno pode ser a melhor opção. Até rimou!

 

pequenos negócios
Drop the mic

Muitas empresas têm incorporado essa sabedoria de introduzir um novo produto ou serviço a partir do Mínimo Produto Viável (MVP), sobre o qual já tratamos aqui, testando o interesse e entusiasmo antes de investir grande capital. Esses produtos têm apenas o suficiente para receber o feedback do público principal, entregando críticas construtivas e analisando a recepção para gerar grandes ideias. Os três negócios a seguir começaram assim e servem de inspiração para nunca deixar uma boa ideia só no papel.

 

1. O lançamento do Dropbox foi um vídeo sobre como usar a aplicação

 

Antes mesmo desse serviço praticamente indispensável de compartilhamento de arquivos existir de verdade, o cofundador e CEO do Dropbox, Drew Houston, sabia que precisava testar a sua ideia. Já existiam diversas startups criando formas de armazenamento em nuvem, o Dropbox precisava ser uma ideia diferente e mais efetiva.

 

Para descobrir se os usuários iriam comprar a ideia, a solução foi postar um vídeo de menos de três minutos na Hacker News em abril de 2007, mostrando como a aplicação seria usada no desktop.  

 

O vídeo que hoje parece extremamente simples foi apresentado para a audiência certa: usuários que postaram muitos comentários e feedbacks úteis, apontando os problemas potenciais. Foram mais de 70 mil email recebidos por Houston em um dia. A luz verde para iniciar a construção foi dada por usuários, não por desenvolvedores, investidores ou consultores.

 

2. O Twitter foi lançado internamente na Odeo

 

Inicialmente concebido como uma forma de compartilhar updates de status com amigos por meio de mensagens SMS, o Twitter foi lançado internamente na empresa Odeo. Relatos da Business Insider indicaram que os funcionários ficaram obcecados, gastando centenas de dólares com mensagens. É uma coisa testar o seu produto com funcionários voluntários, outra bem diferente é fazer com que essa atração se extenda até eles gastarem dinheiro para usar um produto da própria empresa.

 

A mudança do Twitter foi profunda, modificando-se para uma ferramenta social como fonte de notícias, informações e conversas entre amigos e desconhecidos. Como Evan Williams, o cofundador do Twitter comenta: “No momento em que você está construindo um produto, existe um milhão de coisas que você quer adicionar para torná-lo melhor, mas o fato é que a maioria deles não vai impactar muito em seu sucesso”.

 

3. Groupon usou uma tecnologia muito básica para começar

 

Antes do Groupon existia o The Point, um produto feito para aproximar pessoas para resolver problemas. Em uma entrevista no Mixergy, Andrew Mason lembrou dos onze meses que levou trabalhando no The Point, tentando fazer tudo da melhor forma para ver se estaria alinhado com a visão completa do que ele queria para a plataforma. Bem, o The Point foi um fracasso e Mason aprendeu uma lição valiosa.

 

O Groupon foi construído em um mês depois disso, usando um blog do WordPress com negócios diários postados em textos. Ao invés de desenvolver um software, o Business Insider explicou que Joe Harrow, a cabeça do suporte ao consumidor passava três horas toda tarde mandando pessoalmente emails para todos os consumidores que compraram vouchers do Groupon sempre que um acordo era fechado.

 

Não importava como o Groupon se parecia ou as horas de trabalho necessárias depois de uma venda. Diferente da primeira ideia, essa deu certo. Mesmo que esse método de testar a audiência antes de trabalhar no back-end tenha criado um primeiro ano bastante caótico, foi um negócio lucrativo desde o princípio.

 

Tem uma ideia que você acha que vai dar certo? Assista a live gratuita de metodologias ágeis e veja como tirar seu produto do papel para um MVP que pode se tornar a próxima sensação!

 

 

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