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Se colocar nos sapatos dos outros serve para o UX design e para a vida

Sabe aquela história de que a melhor piada do mundo, quando mal contada, não faz ninguém rir? É sobre isso que UX design se trata. Como disse Tiago: “Você pode ser o cara mais sagaz do mundo, mas se as pessoas não te entenderem, você está morto.” E isso não vale só para o trabalho.

 

Tiago Rosa passou pelo coreldraw e pelo flash para chegar no UX em 2008 com a Locaweb. Depois de um formulário, um hotsite e uma dica: “Menino, tu não tá aqui pra ganhar Cannes, tu tá aqui pra fazer uma boa experiência pros nossos clientes”, o UX engrenou na sua vida.

 

O que o UX design traz para a vida e para o trabalho, em uma entrevista com Tiago Rosa

 

As descobertas de um teste de UX, segundo o Tiago, precisam de comunicação e integração, além de garantirem resiliência e uma vontade insaciável de aplicar o que aprendeu em tudo o que faz.

 

“Acho que quanto mais você trabalha com isso, mais você quer aplicar isso em tudo o que você faz, seja num e-mail a escrever para uma audiência desconhecida, seja para um pitch, seja para algo digital ou físico. O maior desafio que eu vejo hoje é “como aplicar os bons conceitos de UX em tudo o que eu faço?”. Até porque, hoje mesmo, pra criar uma interação não necessariamente eu preciso de uma interface em um computador, celular ou relógio. A Internet das Coisas traz uma nova camada de importância pra UX. Assim como os Chatbots, Google Home, Amazon Echo, Realidade Virtual, e por aí vai…”

 

Dos aprendizados de UX, Tiago destaca três coisas cruciais: escuta, curiosidade e agilidade. E o fundamental: conhecimento técnico. “Você não precisa ser um engenheiro ou um programador para trabalhar com UX. Mas você DEVE entender como as coisas funcionam, como as informações transitam de um lugar pra outro. Assim você vai conseguir saber onde, como e quando usar cada informação necessária. Esse texto da @amberwrencart representa isso muito bem:”

 

ux design

 

As ferramentas que ajudam nisso

 

Além de nos mostrar alguns dos principais aprendizados de UX que vão sendo incorporados para sua vida, Tiago também nos deu algumas dicas de ferramentas que podem ajudar nisso. Quando se trata do trabalho técnico de UX, ele citou:

 

  • Sketch
  • Marvel
  • Zeplin
  • Bootstrap Studio
  • Subform
  • Hotjar
  • Google form
  • Typeform
  • Zapier
  • Trello

 

Mas não adianta nada usar um monte de plataformas sem saber como melhorar sua produtividade com elas. O importante é “Conectar estas ferramentas para facilitar seu trabalho de uma forma que consiga focar muito na interação a ser criada e no feedback das pessoas.” Ter um papel e caneta na mão é parte crucial para começar a fazer essas conexões.

 

Ferramenta é o que não falta por aí, a cada dia nasce uma nova que irá revolucionar a forma de trabalho. O importante mesmo, como Tiago nos disse, é o que podemos fazer com a combinação cérebro + máquinas, e isso só a experiência, olhos e mente abertos para nos dizer como aprimorar cada vez mais.

 

“Cada vez mais nós vamos desenhar menos interfaces visuais e mais interativas, seja com voz, via chat, gestos. Se prender a uma ferramenta ou framework é perigoso. Estamos cada vez ficando mais automatizados e o mundo está mais interativo, legal… Mas alguém precisa ajudar a criar estas interações de uma forma não-robótica, humana e personalizada. O que é uma boa experiência pra mim não é necessariamente boa pra você.”

 

Depois de uma longa carreira com UX e de um processo super denso e muito didático, Tiago hoje trabalha no setor de Inovação da Leroy Merlin, na França. Para conhecer mais sobre o ele e seu trabalho, acesse seu LinkedIn aqui ou seu Medium aqui.  

 

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