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Para aprender UX design, curiosidade é o que vai te salvar

Uma coisa que sempre dizemos em nossos cursos de ux é que o processo de UX design é como brincar com LEGO: cada peça, cada montagem, cada forma que você dá é necessário para passar da etapa de ideação para a prototipação. Ou seja, fazer sentido no caos de possibilidades.

 

Ensinar UX para pessoas que já tem experiência em outras áreas, que querem mudar de carreira ou que estão começando a construir a sua muitas vezes dá a impressão de que iremos mostrar a receita secreta para o sucesso. O que entregamos são os métodos para ir de uma fase à outra, mas o que realmente faz um UX designer é a curiosidade.

 

Do caos para a ideação

 

Duas coisas são fundamentais para compreender o ux design: autonomia e recursos. Com essas características fundamentais é possível aprender pesquisa qualitativa, validação de consumidores, estudos etnográficos, análise de dados, estratégia de conteúdo, planejamento e cronograma, definição de problemas, hierarquia de informações, protótipos, testes e tantos outros conceitos essenciais para praticar o UX design.

 

Uma teoria só é real quando testada em combate

 

Para saber por onde começar é preciso ser curioso, realmente procurar compreender o usuário, observá-lo com atenção para criar a melhor experiência centrada no usuário. Isso significa que você precisa realizar testes o tempo todo.

 

Esse processo, em um nível básico de entendimento, é composto de 5 etapas:

 

  • Descoberta
  • Pesquisa e análise
  • Definição
  • Solução
  • Validação

 

A descoberta se trata de entender quais são os objetivos do projeto e quem está envolvido. A pesquisa pode significar horas, dias ou meses de trabalho, unindo qualitativo com quantitativo para compreender o usuário. Definição é o que você aprendeu da pesquisa e o que irá fazer com ela, ou seja, onde personas, jornadas do consumidor, cenários e tarefas começam a funcionar. A solução é onde o design é formulado, ou seja, como o problema será resolvido pela aparência, navegação, execução. E a validação é o grande momento de entender se tudo isso deu certo para entender onde melhorar.

 

A curiosidade cabe em todos os lugares

 

Esses processos não servem só para sites ou aplicativos. Os princípios de UX vão muito além do digital, sendo aplicado para produtos em museus, educação, indústria, tecnologia, realidade virtual e tantas outras possibilidades.

 

A beleza do UX está exatamente nisso: no design das coisas do dia a dia. Tudo com o que nos relacionamos hoje gera experiências, e essas experiências podem ser aperfeiçoadas com o trabalho de UX. Podemos criar eletrodomésticos menos complexos, embalagens mais funcionais, arquiteturas mais inteligentes.

 

E tudo isso depende da sua curiosidade. Quanto você quer conhecer? O universo do UX é infinito, só precisa da sua noção de construir coisas entendendo pessoas e usos. Que tal começar a explorar esse universo com uma live online e gratuita de 2h? É só acessar aqui! 

 

 

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