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O segredo do Design Thinking está na diversidade

Fazer das criações mais desejáveis e dos produtos mais atraentes é o papel do design nos negócios. Quando isso se une a uma metodologia prática, com passos determinados e pensamento conjunto, não há o que possa dar errado, certo?

 

Na verdade não. As maiores vantagens competitivas estão nos avanços que reúnem inovação e eficiência, mas o design thinking que vemos dar errado por aí é aquele que ignora a necessidade de diversidade humana em suas etapas.

 

O potencial humano que impulsiona o design thinking

 

Nós utilizamos o design para modificar a forma como lideramos, nos organizamos, gerimos, criamos, inovamos. Isso pode ser aplicado à sistemas, procedimentos, experiência do usuário, entre outras coisas.

 

Por conhecer o tamanho de sua complexidade e abrangência, deveríamos considerar também a quantidade de pessoas que serão atingidas por isso, e como será esse impacto. Quando uma ou duas pessoas similares organizam a forma como uma comunidade inteira irá funcionar, ela não costuma dar muito certo.

 

Parece óbvio, mas é um dos principais erros na implementação do design thinking. Não adianta querer realizar um brainstorming na etapa de ideação do design thinking apenas você e seu sócio. Ainda que saiam boas ideias disso, elas provavelmente serão muito determinadas por suas faixas etárias, classes sociais, ambientes de trabalho, relações entre um e o outro.

 

A riqueza de trabalhar com design thinking está em diversificar. Nós vemos isso em todos os bootcamps que realizamos aqui no Mastertech. Como acabamos recebendo pessoas de todo tipo, quase ficamos sem posts its ao final da primeira etapa e fica difícil frear o fluxo incrível e plural de ideias.

 

Como criar um grupo focal diversificado

 

Você já ouviu falar de grupo focal? Normalmente utilizado para pesquisas qualitativas, os grupos focais são pequenos grupos de pessoas reunidas para avaliar conceitos, identificar problemas ou gerar ideias.

 

O objetivo central é juntar integrantes que pertencem a círculos sociais, de trabalho, faixa etária, gênero ou classes diferentes, para que a partir disso, a livre expressão de ideias aconteça. Assim, é possível identificar sentimentos, percepções e atitudes de cada pessoa a respeito de um assunto específico, gerando um rico debate.

 

Essa troca de experiências coletivas pode contribuir também para dar voz a grupos silenciados e, em projetos específicos, criar produtos que solucionam os problemas de forma mais complexa, considerando todos os perfis de usuários.

 

Quer entender como aplicar o design thinking na prática para montar o seu grupo? Nós já explicamos como funciona o nosso processo aqui, e você também pode ver o curso que o Felipe Barreiros preparou no canal do Mastertech!

 

 

 

Além disso, no bootcamp de Tecnologia Emergentes você aprende Design Thinking na prática, aplicando em projetos com novas tecnologias: Internet das Coisas, Programação Back-end, Front-end, Desenvolvimento de Aplicativos, Inteligência Artificial, Impressão 3D e muito mais.