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Esqueça o mobile first, pense no mobile only

Há aproximadamente cinco anos atrás, Luke Wroblewski, chefe de arquitetura de design na Yahoo! chegou com um radical novo conceito: era hora do mobile first. Em um mercado de aplicativos ainda pouco desenvolvido, onde apenas 700 milhões de pessoas possuíam dispositivos mobile (esse número já mais que duplicou até hoje), ele acreditava que o mobile seria a oportunidade de crescimento explosivo para os produtos.

 

mobile first

 

Até pensamentos recentes, essa premissa de Luke deu muito certo, onde a produção de aplicativos mobile começou a ser pensada antes da produção de suas versões para desktop. O design responsivo foi substituído pela ideia de que, não apenas as aplicações deveriam se adaptar para cada dispositivo, mas elas já deveriam ser feitas com foco primário no desenvolvimento para mobile.

 

Hoje, entretanto, é possível argumentar que o mobile first está sendo substituído mais uma vez pelo mobile only. Isso porque o mobile first ainda define seus produtos mobile no contexto de algum futuro produto para a web, enquanto o mobile only permite que o potencial do produto para dispositivos móveis seja pensado sem limitações.

 

O que é mobile design?

 

Mobile design é o trabalho de áreas como o UX e UI design de pensar em aplicações para interfaces mobile. Para começar a trabalhar com mobile design é preciso prática, testes e validações em outras interfaces, mas para além disso, é preciso entender daquilo que só o mobile pode oferecer.

 

Ser um bom mobile designer é ter um entendimento aprofundado de como as pessoas utilizam seus dispositivos, conhecer um robusto número de ferramentas auxiliares e ter a flexibilidade para se adaptar para cada nova tecnologia.

 

Por que o mobile only?

 

É preciso pensar em produtos que se realizem com todo o potencial mesmo que sejam feitos apenas como aplicações mobile. As organizações estão se movendo em direção ao mobile only para alcançar mercados mais amplos baseados em conceitos da experiência do usuário.

 

O número de aparelhos smartphones no Brasil chegou a 168 milhões em maio deste ano, segundo a Pesquisa Anual de Administração e Uso da Tecnologia da Informação nas Empresas, realizada pela Fundação Getúlio Vargas de São Paulo. Isso representa um crescimento de mais de quatro vezes nos últimos cinco anos. Os smartphones já estão na mão de 62% da população brasileira e, até o fim de 2017, o Brasil terá um smartphone em uso por habitante.

 

Com esse cenário, dá para entender a necessidade de explorar tão profundamente o mercado mobile de aplicativos? Para pensar mais a fundo na construção de aplicativos essencialmente para os dispositivos mobile, o UX design é mais do que necessário.

 

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